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	<title>Ato Criativo</title>
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		<title>&#8220;Mais do mesmo sobre mídias sociais&#8221;. O que vem agora? #socialmediaday</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 21:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e eventos]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[gamma comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Mashable, renomado site sobre tecnologia, instituiu o dia 30 de Junho como &#8220;dia das mídias sociais&#8221;, ou #socialmediaday, em que várias cidades organizaram suas programações ao redor do tema. Infelizmente, mesmo entre os profissionais da área a data não foi muito divulgada previamente, então não tive tempo hábil para organizar um evento. Mas era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2010/06/Captura-de-tela-2010-06-30-às-18.36.12.png"><img class="size-medium wp-image-648    aligncenter" title="Captura de tela 2010-06-30 às 18.36.12" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2010/06/Captura-de-tela-2010-06-30-às-18.36.12-300x170.png" alt="" width="300" height="170" /></a></p>
<p>O <a href="http://mashable.com/smday/">Mashable</a>, renomado site sobre tecnologia, instituiu o dia 30 de Junho como &#8220;dia das mídias sociais&#8221;, ou #socialmediaday, em que várias cidades organizaram suas programações ao redor do tema. Infelizmente, mesmo entre os profissionais da área a data não foi muito divulgada previamente, então não tive tempo hábil para organizar um evento.</p>
<p>Mas era mesmo necessário? Pensando nisso, decidi <strong>escrever um post sobre o tema:</strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p>Em meu último ano cursando a faculdade de comunicação na UFPA, exibi para os alunos do “seminário de temas contemporâneos” um vídeo que ajudou a definir muito da minha concepção atual de mídias sociais.</p>
<p><strong>Vídeo: Social Media in Plain English.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MpIOClX1jPE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/MpIOClX1jPE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>No vídeo, os habitantes de uma cidade descobrem &#8211; através de idéias inovadoras, auxílio mútuo e comprometimento &#8211; como se tornar uma estrutura diversificada e profissional a ponto de concorrer com as grandes empresas locais. As empresas, por sua vez, percebem que a nova concorrência, ao invés de prejudicá-las, aqueceu o mercado e gerou mais interesse no grande público, trazendo reconhecimento para a cidade como um todo.</p>
<p>A metáfora do sorvete utilizada no vídeo representa a diversidade de novas ferramentas de produção e distribuição de conteúdo na internet e o fácil acesso a elas. Mas este pensamento se estende a muito mais do que a criação de blogs e perfis no Twitter. No entanto, muitos profissionais tem esta visão limitada por pensar em Internet como fim.??Quando li “Na cova dos leões”, lembro da resposta do publicitário Washington Olivetto quando questionado sobre suas excelentes criações. “Não faço publicidade inspirada em publicidade. Minha inspiração é na vida” Assim como a visão de Olivetto, para entender a Internet não é muito diferente. É preciso compreender que a lógica das mídias sociais tem como foco as pessoas. Não apenas o uso da tecnologia pela tecnologia, mas sim a tecnologia bem empregada para trazer soluções &#8211; de administração, comunicação, educação, otimização de tempo, entretenimento, etc. &#8211; para pessoas como eu e você.</p>
<p><strong>Tweet: <a href="http://twitter.com/IDGNow/status/17427959567">Empresas apostam cada vez mais em redes sociais para contratar, diz pesquisa</a><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2010/06/Captura-de-tela-2010-06-30-às-18.32.44.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-645" title="Captura de tela 2010-06-30 às 18.32.44" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2010/06/Captura-de-tela-2010-06-30-às-18.32.44.png" alt="" width="617" height="320" /></a><br />
</strong></p>
<p>Por que, por exemplo, as empresas apostam, cada vem mais, em redes sociais para contratar novos profissionais? Os mais ingênuos podem até achar que presença digital é um novo diferencial publicitário.  Lembra muito a modinha do ecologicamente correto &#8211; ou qualquer outro termo que os departamentos de marketing criaram na época &#8211; promovido por muitas empresas, mesmo por algumas que não agiam de acordo com o que diziam. Pouco a pouco as empresas que pensavam assim foram desmascaradas por ONGs ou mesmo por seus pares que levavam a preocupação sócio-ambiental a sério. Pois bem. Acredito que o mercado digital também já tenha ultrapassado &#8211; ou esteja em vias de ultrapassar &#8211; a fase do deslumbramento das mídias sociais como diferencial publicitário.</p>
<p>As empresas apostam em mídias sociais simplesmente porque é onde as pessoas estão presentes. No início do século &#8211; sob o pensamento do que denominamos de web 2.0 &#8211; Tim O’Reilly apontou a importância crescente do uso da Internet como platafaforma. E, a cada dia, descobrimos novas formas de compartilhar, novas formas de manter as pessoas próximas, novas formas de criar revoluções, chorar mágoas ou celebrar vitórias. Isto é o real espírito do que chamamos de mídias sociais.</p>
<p>&#8211;</p>
<p>Quando terminei o texto, enviei para alguns amigos comentarem.</p>
<p><strong>Começando por <a href="http://twitter.com/marianojr">Mariano Junior</a>, gerente de desenvolvimento web do Libra Design, que comentou no Gtalk:<br />
</strong></p>
<p>Ao meu ver, temos cada vez mais profissionais qualiificados nesta área, não apenas em uma grande única empresa grande empresa de mídias sociais como antes, mas espalhados por todo o país, o que faz com que o mercado tenha cada vez trabalhos melhores sendo desenvolvidos por agências.</p>
<p>Assim, diminuimos a “enrolação” dos profissionais que criam uma conta no Twitter para o cliente e pronto. Passam a pensar uma estratégia, de fato. O mercado como um todo começa a se qualificar e a dominar as mídias sociais como ponte para fazer coisas legais e resolver problemas.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>E então <a href="http://twitter.com/brunnoapolonio">Brunno Apolônio</a>, assistente de planejamento na Gamma Comunicação, continuou:</strong></p>
<p>Também acho importante mencionar que quem precisa se esforçar cada vez mais para entender e buscar a ruptura das &#8220;velhas&#8221; formas de imaginar o mundo, são os que cresceram vivendo nessa lógica. A geração offline. Para todos nós parece simples, mas há quem ainda ache surreal e muito confuso entender o mundo online, seja por não ter acesso as ferramentas que possibilitam uma vida digital ou por não ter interesse nenhum em participar destas novas formas de interação.</p>
<p>A nossa geracão já viveu o começo da revolução e agora que conseguimos enxergar com um pouco mais de clareza uma pequena parte das mudanças que o mundo digital pode proporcionar para a humanidade. E isso porque trabalhamos com internet.</p>
<p>A próxima geracão certamente chega em um ritmo inimaginável, e quem não se adaptar a essa nova dinâmica, estará fora do contexto, não vai entender como as coisas funcionam, e consequentemente tenderá a ser excluído.</p>
<p>Por falar nisso, li essa semana uma pesquisa sobre o crescimento do mobile marketing e percebi que essa tendência é um dos grandes aliados de inclusão digital aqui no Brasil. Imagine o cidadão que nunca teve um computador, não tem condições financeiras para comprar um notebook, e então surge um celular que edita fotos, textos, posta vídeos, permite conversas, acesso ao twitter e outras redes sociais, por um plano de baixo custo. Ok, esse plano ainda não é realidade, o custo deste tipo de serviço também tende a diminuir.</p>
<p>Agora, voltando para o contexto do texto, mais relacionao ao mercado, lembrei da época em que existiam agências DE marketing direto, DE internet, DE promoção, DE talcoisa. Hoje ninguem quer ser empresa DE&#8230; Visitando o site da Bullet, percebi o novo discurso: <strong>“uma plataforma de comunicação multidisciplinar”</strong>.</p>
<p>. <a href="http://bullet.updateordie.com/quem-somos">http://bullet.updateordie.com/quem-somos/</a></p>
<p>Pensem comigo, será que ainda é possível ser feliz em uma &#8220;agência DE&#8221;? Acho que a nossa percepcão do que podemos fazer a partir da internet está chegando em um ponto interessante, em que mesmo os profissionais que atuam no mercado digital não se contentam em ser um departamento DE internet dentro de uma agência tradicional, ou um núcleo DE promoção dentro de uma agência com foco em relações públicas.</p>
<p>A saída, na minha opinião, passa por trabalhar em empresas que tenham essa visão de comunicação multidisciplinar, ou vira consultor para ter a liberdade de apitar dentro da casa do cliente e mudar a sua percepções de como as coisas precisam funcionar nesse contexto do tudo ao mesmo tempo agora.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>De volta ao GTalk, <a href="http://twitter.com/jowleeana">Juliana Corrêa</a>, redatora da Gamma Comunicação, completou:</strong></p>
<p>O título que escolheste &#8220;mais do mesmo sobre mídias sociais&#8221;, é reafirma algo que realmente já é muito discutido, mesmo no mercado local, e não tem mais como ser negado ou passar despercebido.</p>
<p>O título me fez lembrar quando converso com alguns amigos paulistanos &#8211; principalmente os da área de comunicação &#8211; e eles utilizam uma expressão em inglês que eu acho um pouco ofensiva. Vez ou outra escuto “esse cara é tão “avarage”.</p>
<p>Esse “avarage”, o mediano, o medíocre, acabou, simplesmente porque hoje todos têm voz. A Internet te possibilita ser quem você quiser ser e realizar o que você quiser realizar de n maneiras, como mostra o vídeo e como você explicou no texto.</p>
<p>Ainda que de maneira deturpada, o socialismo ganhou uma aplicação prática através das mídias sociais. E, apesar disso tudo, todo esse fluxo crescente de informação continua possibilitando que você fale sobre um número sem fim de assuntos diferentes em um mesmo espaço, mas não deixar de ter uma identidade, de se sentir como parte de um lugar comum.</p>
<p>Sei que nada disso é novo, mas, como uma releitura do teu título, acho que a gente ainda tem muito a aprender com o &#8220;mais do mesmo&#8221;.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>E, continuando a conversa no Gtalk: <a href="http://twitter.com/ivanleite">Ivan Leite</a>, assistente de planejamento da Gamma Comunicação, disse:<br />
</strong></p>
<p>Como diria Pierre Levy, acho que nao há como discordar que a tecnologia só tenta melhorar a relação entre os seres humanos. Eu acho que ainda é necessário mudar o posicionamento do mercado e utilizar os recursos da internet como meio e não como fim, mas, para isso, ainda é necessário existir uma verdadeira inclusão digital.</p>
<p>Como profissionais da area deveriamos, todos, buscar conhecer as etapas de implementar algo na internet, seja em presença de uma marca no espaço digital ou simplesmente o desenvolvimento de um site,  mas tendo como foco não essas estratégias de modo isolado, mas um plano de ação maior no qual marca se torne relevante.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>Como contraponto cultural, o desenvolvedor web francês <a href="http://twitter.com/michaelpereira">Michael Pereira</a>, também  por GTalk, trouxe uma visão diferente a discussão:<br />
</strong></p>
<p>Acho que essa febre ao redor das mídias sociais faz um barulho demais, mas isto não continuar por muito tempo. Mesmo que o crescimento da área tenha sido muito forte nos últimos anos e tenham pessoas que insistem em falar da força das mídias sociais, enquanto a maioria das pessoas que tem acesso à Internet ainda não sabe ler um simples RSS.</p>
<p>A maioria das pessoas que utilizam redes sociais por aqui pela Europa está fora do sistema, e ainda vai levar um bom tempo antes de poder pedir o Twitter de alguém na rua sem que esta pessoa te olhe como um doido.</p>
<p>As mídias sociais tem força sim, mas só com as pessoas “conectadas”, que estão no Twitter, Facebook, Linked In, Foursquare&#8230; É uma parte super ativa, nas muito limitada da população.</p>
<p>Acho que as mídias tradicionais &#8211; TV, jornais, rádios &#8211; ainda vão falar bastante de mídias sociais para atingir um número maior de novas pessoas e que os profissionais de desenvolvimento devem se preocupar em permitir que as pessoas que estão fora desse tipo de uso da internet tenha fácil acesso às redes.</p>
<p>Por aqui (pela Europa) os grupos de mídias tradicionais, principalmente os “núcleos web” desses grupos, falam bastante de mídias sociais, mas mesmo com o nosso nível de desenvolvimento, a informática é simplesmente nova de mais &#8211; e ainda estranha de mais aos usuários &#8211; para que as redes sociais sejam de fácil acesso para todo mundo que tem Internet.</p>
<p>O único meio social que se desenvolveu bastante por aqui foi o Facebook, mas ele é só uma pequena parte das “mídias sociais”. Até mesmo em minha turma de estudantes de desenvolvimento web poucos tem Twitter, e um numero menor ainda utiliza para comunicação. Essas formas de comunicação são novas de mais para serem entendidas facilmente, o que acaba sendo um freio para o crescimento da área digital por aqui.</p>
<p>Eu acho que o Brasil é um pais muito interessante nesse aspecto e importante para o futuro das mídias sociais. Mesmo não tendo o nível de vida da Europa, já tem uma presença digital muito maior do que a Europa toda no Twitter, ou no Orkut, onde mais da metade dos usuários são brasileiros.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong> E, voltando para o Brasil, <a href="http://twitter.com/nanatally">Yanna Tally</a>, redatora da Gamma Comunicação, escreveu:<br />
</strong></p>
<p>Quando li o texto que o Gustavo me enviou a primeira frase que me veio à cabeça foi: Mas quem tem medo de mudanças? E a resposta imediata foi: muita gente.</p>
<p>As pessoas tem medo da mudança, do &#8220;novo&#8221;, porque tem medo de não se adaptarem, de não renderem, de não sobreviverem. Tratando-se de novas tecnologias vs. empresas, além do medo do novo existe ainda a resistência pela &#8220;tradição  &#8211; &#8220;Estamos no mercado há tantos anos…nós conhecemos o cliente!&#8221;. Mas se esquecem de que o cliente também muda…</p>
<p>O que aprendemos com o tempo é que nunca aprendemos o suficiente e se queremos falar com o cliente, a melhor maneira é primeiramente ouvi-lo. E esse é o grande &#8220;serviço&#8221; da Internet: oferecer um canal entre as pessoas. Clientes ou não.</p>
<p>As mídias sociais vem culminar esse pensamento, dando ao público bem mais do que voz: dando eco. Através delas, conhecemos o cliente, suas preferências, ouvimos suas críticas e paramos de brincar de &#8220;adivinhar&#8221; o que os outros querem. Eles nos dizem. Por que oferecer morango, baunilha e chocolate se existem milhares de sabores possíveis?  Quando usamos essa informação a nosso favor, comunicamos melhor e todos ganham. Eu tenho um sonho…que comunicadores, empresários e consumidores falem a mesma língua e que a internet seja muito mais que um meio de divulgação, mas sim um meio de percepção. By the people, for the people. Como deve ser.</p>
<p>&#8211;</p>
<p><strong>E, no twitter, <a href="http://twitter.com/dandaismo">Daniel Pereira</a>, diretor de arte da Gamma Comunicação, percebeu:</strong></p>
<p>Ah se todos as conversas fossem tão produtivas como as de @gustnogueira&#8230; :)</p>
<p><strong>Assim como o <a href="http://twitter.com/calazans">Calazans</a>, estudante de publicidade, que tuitou:</strong></p>
<p>O que estamos fazendo para incentivar as pessoas a se  conectar, sem objetivos de propaganda por traz?  Precisamos incentivar a cultura digital!<br />
&#8211;</p>
<p><strong>E o comentário via GTalk <a href="http://twitter.com/mediciland">Médici</a>, do departamento de Inteligência Digital da Double, teve direito até a metáfora:<br />
</strong></p>
<p>Sabe como eu me sinto a respeito de #socialmediaday? Como um jacobino comemorando a revolução com Napoleão ainda no poder. E isso só vem a significar uma coisa: colocar minha cabeça a prêmio a ponto de ser guilhotinada. Legal estarmos em meio à ebulição da coisa, mas comemorar antes do tempo é dar tiro no pé, pois os processos/modos de operação/relações funcionais ainda estãos se definindo. Temos toda essa geração on-line entrando no mercado que, ela sim, vai tirar tudo do lugar. Então é esperar para ver acontecer esta tal Liberdade, Igualdade e Fraternidade que queira ou não queira é o que #socilamediaday, no meu entender, vem a representar.</p>
<p>&#8211;<br />
Em seguida <a href="http://twitter.com/annefonseca">Anne Fonseca</a>, que está em São Paulo trabalhando como produtora de conteúdo em projetos web, enviou a sua opinião: </p>
<p>Cara&#8230; ainda acho que vivemos esse torpor do novo. Para alguns, as redes sociais digitais ainda são o último biscoito do pacote. E, enquanto isso,  os profissionais que trabalham com isso ainda são &#8220;o menino do blog, do orkut, o tuiteiro&#8221;. Mas  o que tem de gente se denominando “profissional de mídias sociais” não tá no gibi.</p>
<p>Vamos combinar, existe uma riqueza de termos, que às vezes nem se compreende. Aí aparece os que querem juntar tudo e chamam de multidisciplinar, como as escolas faziam pra enfiar goela abaixo aulas de filosofia pra quem queria estudar engenharia. </p>
<p>Não estou negando a importância do multidisciplinar, apenas acho que não dá certo quando é feito só por fazer, já que muitas agências hoje se assumem como multidisciplinar, mas quando surge um trabalho que engloba o universo web, terceirizam o trabalho com uma agência especializada. Ainda acredito nas “agências de&#8221;, pequenas, e com profissionais específicos. Mas estas agências precisam sim ser coordenadas por profissionais que consigam pensar a comunicação como um todo. Geralmente esse ser pensante é a empresa contratante, que precisam respirar comunicação multidisciplinar.</p>
<p>Um bom exemplo foi o rei do pop, Michael Jackson, que não era diretor de cinema, mas seus videoclipes revolucionaram a história dos vídeos, tratamento de imagem, de percepção. Ele não entendia a técnica de produção, mas tinha uma ótima visão para escolher e direcionar os profissionais que seriam responsáveis por isto. Com o melhor produtor musical da época, ele fez o disco que foi absolutamente um estouro de vendas e fez cada música virar single. Por isso ele era o rei. Ele podia não saber fazer, mas sabia escolher quem fazer o melhor.</p>
<p>Profissionais de comunicação precisam perceber isso. Vejo tantas agências criando braços de comunicação digital e contratam um cara que está terminando a faculdade, só porque ele tem mil seguidores no twitter. Aí pagam uma miséria, fazem trabalhos meia boca, e depois dizem que não conseguem o mesmo retorno do que as mídias tradicionais. Quer dizer&#8230;</p>
<p>&#8211;</p>
<p>E estes foram os comentários que reuni até agora.</p>
<p>Mas não para por aqui. Quer participar dessa conversa? Só enviar e-mail, reply no twitter, chamar no gtalk ou ligar para 91 4009 9700 e falar comigo que eu transcrevo aqui :)</p>
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		<title>Projetos Culturais</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 17:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e eventos]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[projeto cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais que um blog, sempre vi o Ato Criativo como meu manifesto pessoal. Não só através dos artigos no atocriativo.org &#8211; atualmente não muito frequentes, é verdade &#8211; e das referências no tumblr, mas também da realização de cursos na área digital, eventos como o Twestival Belém e a Muvuca Digital e das parcerias com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais que um blog, sempre vi o Ato Criativo como meu manifesto pessoal. Não só através dos artigos no <a title="AtoCriativo.org" href="http://atocriativo.org">atocriativo.org</a> &#8211; atualmente não muito frequentes, é verdade &#8211; e das referências no <a title="Ato Criativo - tumblr" href="http://atocriativo.tumblr.com">tumblr</a>, mas também da realização de cursos na área digital, eventos como o <a title="Twestival Belém" href="http://belem.twestival.com/">Twestival Belém</a> e a Muvuca Digital e das parcerias com outros projetos que também tem interesse de alimentar a fagulha criativa em profissionais e estudantes que querem sair do lugar comum.</p>
<p>Devido a dinâmica acelerada do contexto, essas ações ainda são limitadas por serem realizadas de forma independente, com orçamento próprio. Acontece que essa semana ocorrerá um curso de &#8220;<a title="Guiart - curso mostra caminhos para um bom projeto" href="http://www.guiart.com.br/index.php?pg=1&amp;id=7766">Elaboração de Projetos Culturais via Lei Semear</a>&#8220;. Decidi me inscrever e tentar descobrir que outros caminhos podem ser percorridos para continuar promovendo os projetos do Ato Criativo em paralelo a minha atuação profissional na área de comunicação digital.</p>
<p>Aos amigos que tem interesse de seguir o mesmo caminho, sugiro que pensem em participar de iniciativas assim. Nos encontramos por lá.</p>
<p>UPDATE: Não pude participar do curso. Se alguém tiver participado, quero bater papo depois pra saber como foi.</p>
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		<title>Resoluções de ano novo. Como fazer e colocar em prática.</title>
		<link>http://atocriativo.org/2009/12/resolucoes-de-ano-novo-como-fazer-e-colocar-em-pratica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 16:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Como a maioria das pessoas, provavelmente você já fez resoluções no passado que não se realizaram. Achei um wiki que apresenta algumas dicas para fazer resoluções realistas com o seu estilo de vida e como mantê-las ao longo do ano. wikiHow: How to make and keep New Year&#8217;s Resolution Feliz #2010!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como a maioria das pessoas, provavelmente você já fez resoluções no passado que não se realizaram. Achei um wiki que apresenta algumas dicas para fazer resoluções realistas com o seu estilo de vida e como mantê-las ao longo do ano.</p>
<p><a title="wikiHow" href="http://www.wikihow.com/Make-and-Keep-New-Year%27s-Resolutions"><strong>wikiHow:</strong> How to make and keep New Year&#8217;s Resolution</a></p>
<p>Feliz #2010!</p>
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		<title>Amor. Esse será o diferencial no futuro para as marcas.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 16:09:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[webinsider]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Segundo Roberts, todas as estratégias, táticas e operações podem ser resumidas em uma única palavra, amor. Amor? Sim, amor! Roberts afirma que o amor é o próximo passo das grandes marcas mundiais, e com isso passarão de respeitadas e ou desejadas para amadas. O amor, a paixão, o verdadeiro apego, esses são os valores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Segundo Roberts, todas as estratégias, táticas e operações podem ser resumidas em uma única palavra, amor. Amor? Sim, amor! Roberts afirma que o amor é o próximo passo das grandes marcas mundiais, e com isso passarão de respeitadas e ou desejadas para amadas.</p>
<p>O amor, a paixão, o verdadeiro apego, esses são os valores que farão a diferença no mundo das marcas, indo muito além do cognitivo, exercendo uma relação quase humana, na qual a marca terá o papel de conquistar o consumidor todos os dias de maneira não invasiva&#8221;.</p></blockquote>
<p>Leia na íntegra em <a title="Webinsider" href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/12/12/a-matriz-de-roberts-e-o-futuro-das-marcas/">Webinsider</a></p>
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		<title>Começa a Muvuca Digital</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 02:37:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e eventos]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criatv]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[muvuca]]></category>
		<category><![CDATA[muvuca digital]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[E hoje começa a Muvuca Digital! Um evento que mostrará a influência da cultura digital em Belém. Você verá como os meios digitais tem mudado nossas vidas, conhecerá vários casos de utilização criativa – e bem sucedida – das mídias digitais no norte do país e verá que você já faz parte desse novo mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-615" title="topo_muvucadigital" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2009/11/topo_muvucadigital.jpg" alt="topo_muvucadigital" width="570" height="150" /></p>
<p>E hoje começa a Muvuca Digital! Um evento que mostrará a influência da cultura digital em Belém. Você verá como os meios digitais tem mudado nossas vidas, conhecerá vários casos de utilização criativa – e bem sucedida – das mídias digitais no norte do país e verá que você já faz parte desse novo mundo. Conheça a programação completa.</p>
<p><strong>Ponto de Partida</strong> (Sexta, de 19h às 22h)<br />
um conjunto de palestras que levarão os participantes a perceber como os meios e tecnologias digitais tem mudado nossas vidas.</p>
<p>. Abertura: O mundo é dos conectados<br />
. “Comunicação na era do digital” com Gustavo Nogueira<br />
. “Ferramentas de colaboração e trabalho online” com Aldrin Leal<br />
. “Estratégias de mídia digital que realmente funcionam” com Anne Fonseca</p>
<p>Após tantas novas informações, o evento continua na tarde do dia seguinte, com uma programação bastante interessante.</p>
<p><strong>Painéis</strong> (Sábado, de 14h às 16h30)<br />
Vários cases sobre o bom uso de ferramentas web e de comunicação digital por empresas e instituições da região.</p>
<p>. “Mídias Sociais e educação – alunos da Unama ensinam professores” com Mário Camarão<br />
. “Dixis – espaço virtual onde a cidade se encontra” com Alexandre Ramoa<br />
. “Revista Gotaz e conteúdo colaborativo” com Diana Figueredo<br />
. “Belém Transito e interação através do twitter” com Paolelli<br />
. “Videogame como ferramenta de educação” com Coletivo Beljogos<br />
. “Arquitetura de informação e o novo portal UEPA” com Mariano Teixeira<br />
. Lançamento: Ecleteca Cultural</p>
<p><strong>Bate Papo</strong> (Sábado, de 17h às 19h)<br />
Para fechar a Muvuca Digital com chave de ouro, reunimos nomes de diversas áreas ligados à comunicação digital na região que discutirão os rumos do que é produzido em Belém no Campo.</p>
<p>. “Cultura Digital e Mídias Sociais no Pará” com Gustavo Nogueira (AtoCriativo.org) , Pedro Loureiro (Bitácora do Pedrox), Mário Camarão (Unama), Ronaldo Salame (Imagem Produções) e Herycles Horigushi (Gamma Comunicação).</p>
<p>Você não pode ficar de fora. <strong>Conecte-se.</strong></p>
<p>Serviço:<br />
<strong><br />
Muvuca Digital</strong><br />
. 20 e 21 de Novembro, no Teatro do CCBEU &#8211; Padre Eutíquio, 1309<br />
. Investimento: R$ 15 (os dois dias) ou R$10 (apenas um dos dias)<br />
.  Inscrições presenciais nos dias do evento</p>
<p><strong>Informações</strong>: http://atocriativo.org/muvucadigital<br />
<strong>Contato:</strong> muvuca@atocriativo.org</p>
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		<title>Um Centro Cultural para Belém</title>
		<link>http://atocriativo.org/2009/11/um-centro-cultural-para-belem/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos e eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[De uma brincadeira bem humorada no twitter sobre o que falta em Belém, surgiu uma real necessidade: um Centro Cultural. Com o incentivo de @carolnmatos, @prisbrasil e dezenas de outros followers, percebi que não é uma meta tão difícil de alcançar &#8211; com o planejamento, ações e pessoas certas &#8211; afinal. Então, como meta para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uma brincadeira bem humorada no twitter sobre o que falta em Belém, surgiu uma real necessidade: um Centro Cultural. Com o incentivo de @carolnmatos, @prisbrasil e dezenas de outros followers, percebi que não é uma meta tão difícil de alcançar &#8211; com o planejamento, ações e pessoas certas &#8211; afinal.</p>
<p>Então, como meta para 2010, queremos reunir forças pra possibilitar um Centro Cultural para Belém. E esse &#8220;queremos&#8221; envolve não só eu ou as pessoas que citei, mas todo mundo, inclusive você.</p>
<p>Criei um email &#8211; <a href="mailto:centrocultural@atocriativo.org">centrocultural@atocriativo.org</a> &#8211; para que todos possam contribuir com idéias e se expressar sobre como acha que deveria ser um Centro Cultural de Belém. Se você é de Belém ou mesmo de fora da cidade pode constribuir. Com estas primeiras idéias, mais a frente elaboraremos uma pesquisa mais ampla e eu vou atualizando tudo por aqui. E, assim, damos o pontapé para o início de um projeto que pode conseguir apoio de grandes instituiçoes e, graças ao esforço coletivo, literalmente erguer um Centro Cultural na nossa cidade.</p>
<p><strong>E você, vai ficar parado?</strong></p>
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		<title>Expectativa para o Intercon 2009</title>
		<link>http://atocriativo.org/2009/11/expectativa-intercon-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:58:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci o iMasters Intercon no final de 2007. De Belém, encontrei a cobertura da 1ª edição do evento, assisti a alguns poucos vídeos, li posts em blogs que me ajudaram a encontrar um foco dentro da Comunicação e passei a acompanhar no twitter pessoas interessantes que dia a dia levantavam novos questionamentos e, na prática, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-587" title="topo_intercon" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2009/11/topo_intercon.jpg" alt="topo_intercon" width="570" height="150" /></p>
<p>Conheci o <strong>iMasters Intercon</strong> no final de 2007. De Belém, encontrei a <a title="Intercon 2007 - cobertura" href="http://imasters.uol.com.br/intercon/2007/">cobertura da 1ª edição do evento</a>, assisti a alguns poucos vídeos, li posts em blogs que me ajudaram a encontrar um foco dentro da Comunicação e passei a acompanhar no twitter pessoas interessantes que dia a dia levantavam novos questionamentos e, na prática, construiam o futuro das mídias sociais no Brasil.</p>
<p>A edição de 2007 saiu do plano virtual e adentrou o mundo concreto quando comprei o livro <a title="Livro - Internet: O encontro de 2 mundos" href="http://shop.imasters.uol.com.br/produto/895/?produto=895">&#8220;Internet: o encontro de 2 mundos. Crônicas provocantes sobre a nova internet&#8221;</a>, que se tornou um dos meus livros favoritos devido o retrato do atual momento em que o nosso mercado web vivia. Mais que isso, virou meu presente oficial para os amigos da área. Até hoje tenho alguns exemplares ainda no plástico com esse fim.</p>
<p>Quando a <a title="Intercon 2008" href="http://imasters.uol.com.br/intercon/2008/cobertura/">edição de 2008</a> foi anunciada, pude acompanhar a expectativa para a transmissão via streaming. Não pude participar devido o envolvimento com alguns projetos profissionais e acadêmicos, mas, do meu quarto, pude assistir às apresentações de profissionais que admiro como <a href="http://twitter.com/crisdias">Cris Dias</a>, <a href="http://twitter.com/peidomental">Frederick van Amstel</a>, <a href="http://twitter.com/marcogomes">Marco Gomes</a>, entre tantos outros, além da emoção do professor <a href="http://twitter.com/radfahrer">Radfahrer</a> com o sucesso do novo formato adotado. De casa, eu podia aprender com os melhores da área e, mais que isso, dialogar com eles.</p>
<p>Não é surpresa que após todas essas experiências eu desenvolvesse uma grande expectativa sobre o Intercon 2009. Este ano, na gerência do novo departamento de web da Gamma Comunicação, também consegui vir acompanhado de um bom grupo  de profissionais da agência, além de outros amigos paraenses que também participarão do evento, todos anciosos pela publicação do livro desta edição, que será lançado ao fim da programação (Na imagem, os avatares de <a href="http://twitter.com/lorenagoretti">Lorena</a>, <a href="http://twitter.com/herycles">Herycles</a>, <a href="http://twitter.com/marcuspelela">Marcus</a>, <a href="http://twitter.com/brunnoapolonio">Brunno</a>, <a href="http://twitter.com/marianojr">Mariano</a>, <a href="http://twitter.com/medlivia">Lívia</a> e<a href="http://twitter.com/davifleury"> Davi</a>. Direto de Belém para Intercon 2009).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-591" title="twitters" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2009/11/twitters3.jpg" alt="twitters" width="585" height="77" /></p>
<p style="text-align: left;">Para comemorar a nossa participação edição, resolvi fazer uma promoção despretenciosa, mas bem paraense. Quem retuitar a frase &#8220;<strong>Paraenses no #intercon09: sorteio de bombons de cupuaçu com chocolate pelo <a href="http://twitter.com/atocriativo">@atocriativo</a>. RT e concorra <a href="http://migre.me/aSte">http://migre.me/aSte</a></strong>&#8220;. O sorteio será via <a href="http://sorteie.me">sorteie.me</a>, ferramenta do <a href="http://www.kingolabs.com.br/">Kingolabs</a> que utiliza o<a href="http://random.org"> random.org</a> e registra tudo (valeu <a href="http://twitter.com/jonnyken">Jonnyken</a>!). A promoção, por questões claras de logística, é válida para quem estiver participando presencialmente do evento e vai receber seu prêmio comigo, com 10 bombons do pará, ao fim do evento :)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>UPDATE: </strong>Passei boa parte do dia sem conexão a internet e não consegui divulgar. Então distribui os bombons entre as pessoas que encontrei no evento e os novos amigos que fiz ;)</p>
<p style="text-align: left;"><strong>UPDATE: </strong>Outra notícia boa é que sou um dos autores do livro colaborativo do Intercon 2009, com um artigo sobre Inteligência Coletiva e Redes Sociais. O tema foi abordado no evento pelo professor Carlos Nepomuceno, autor da célebre frase &#8220;Nem @ev, nem @biz. Jesus foi o idealizador do twitter. Começou com 12 seguidores, as pessoas foram dando RT&#8230;&#8221;</p>
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		<title>Uma breve história do Google</title>
		<link>http://atocriativo.org/2009/10/uma-breve-historia-do-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Simpática animação sobre a evolução do sistema de busca mais usado, desde o projeto inicial de Larry Page e Sergey Brin na Universidade de Stanford em 1996, passando por ferramentas que estão presentes no nosso cotidiano como YouTube e Gtalk, até chegar ao que promete ser o próximo passo da comunicação em rede: o Wave. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-581" title="topo_google" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2009/10/topo_google.jpg" alt="topo_google" width="570" height="150" /></p>
<p>Simpática animação sobre a evolução do sistema de busca mais usado, desde o projeto inicial de Larry Page e Sergey Brin na Universidade de Stanford em 1996, passando por ferramentas que estão presentes no nosso cotidiano como YouTube e Gtalk, até chegar ao que promete ser o próximo passo da comunicação em rede: o Wave.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EjN5avRvApk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/EjN5avRvApk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Vi no <a href="http://lalai.net/2009/10/28/a-historia-do-google-em-2min/">blog</a> da <a href="http://twitter.com/lalai">@lalai</a></p>
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		<title>Que Browser usar?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 17:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e interações]]></category>

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		<description><![CDATA[http://thenextweb.com/2009/10/06/google-launches-whatbrowserorg-convince-mommy-daddys-browser/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-574" title="topo_browsers" src="http://atocriativo.org/wp-content/uploads/2009/10/topo_browsers.jpg" alt="topo_browsers" width="570" height="150" /></p>
<p>O mundo é dos nerds e geeks, isso não há dúvida. Mas ainda há aquelas pessoas que não fazem idéia de como funciona esse mundo de gadgets tecnológicos e plataformas web. Então, começando do básico, o Google criou o site <a href="http://whatbrowser.org">WhatBrowser.org</a>, para ajudar as pessoas que ainda não fazem idéia do que é um browser</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BrXPcaRlBqo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/BrXPcaRlBqo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>No<a title="The Next Web" href="http://thenextweb.com/2009/10/06/google-launches-whatbrowserorg-convince-mommy-daddys-browser/"> TheNextWeb</a>, onde eu li sobre esse site do Google, destacaram também uma <a title="Linha do tempo dos web browsers" href="http://thenextweb.com/files/2009/10/1780px-Timeline_of_web_browsers.png">linha do tempo</a>, com os fatos marcantes na história de cada um dos principais browsers.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>WWF &#124; Knock-on Effects</title>
		<link>http://atocriativo.org/2009/10/wwf-knock-on-effects/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 17:56:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[diferença]]></category>
		<category><![CDATA[dominó]]></category>
		<category><![CDATA[efeito dominó]]></category>
		<category><![CDATA[fazer a diferença]]></category>
		<category><![CDATA[wwf]]></category>

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		<description><![CDATA[Animação criada para o World Wildlife Fund (WWF) pela agência Bostock and Pollitt, em parceria com Celine Desrumaux e Yann Benedi.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Animação criada para o <a href="http://wwf.org.uk/what_we_do/campaigning/">World Wildlife Fund</a> (WWF) pela agência <a href="http://www.bostockandpollitt.com/">Bostock and Pollitt</a>, em parceria com <a href="http://groovythesushi.blogspot.com/">Celine Desrumaux</a> e <a href="http://yannbenedi.blogspot.com/">Yann Benedi</a>.</p>
<p><object width="560" height="340"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z694KOtB1v4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/z694KOtB1v4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"></embed></object></p>
<p>O filme explora o conceito do efeito dominó, mostrando que cada um de nós pode fazer a diferença.</p>
]]></content:encoded>
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